Registrar uma marca é como abrir portas para novas possibilidades e garantir segurança jurídica para um negócio. Ao longo dos meus 20 anos escrevendo sobre propriedade industrial, vi pessoas transformarem ideias em patrimônios. O processo não é complicado, mas detalhes fazem toda diferença. Vou mostrar o que aprendi na prática para que você chegue ao registro em 2026 com tranquilidade e sem surpresas ruins.
Por que vale registrar sua marca?
Antes de tudo, quero reforçar: o registro de marca é muito mais do que papelada, ele protege sua identidade e abre caminhos para crescimento sustentável. Já vi situações em que empresas perdem anos de reputação por não terem tomado esse passo. Por isso, entenda o valor disso para a credibilidade e expansão do seu negócio.
Preparação: planejamento e pesquisa
Ao iniciar o processo, vejo que o erro mais comum é não pesquisar. Muitos confundem nome fantasia com marca registrada e isso gera dores de cabeça. O planejamento evita perda de tempo e de dinheiro.
- Identifique o tipo de marca (nominativa, figurativa, mista, tridimensional).
- Liste as atividades da empresa, para definir a classe no INPI.
- Pense no público-alvo e na imagem da marca.
Uma dica que costumo dar: antecipar dúvidas visitando fontes de referência, como o conteúdo especializado da categoria de propriedade industrial pode ajudar a entender conceitos jurídicos e operacionais.
Como fazer a pesquisa de anterioridade
É aqui que muitos tropeçam. A pesquisa de anterioridade serve para conferir se alguém já registrou marca parecida ou igual. Eu sempre recomendo fazer isso de forma criteriosa. No passado, já vi pessoas entusiasmadas perderem tempo e dinheiro, porque deixaram de checar marcas semelhantes, inclusive com variações gráficas.
Evite registros negados. Pesquise antes de sonhar alto com o nome.
No Marcas.app, temos ferramentas que tornam esse passo rápido e seguro. Se já quer saber mais, recomendo ver como o sistema de busca inteligente evita conflitos futuros e poupa aborrecimentos.
Passos para solicitar o registro
Ao concluir a pesquisa e estar com a documentação, é o momento de abrir o pedido no INPI. Muita gente acha burocrático, mas separei um roteiro claro:
- Acesse o sistema e-Marcas do INPI.
- Preencha o formulário com os dados da marca e da empresa ou pessoa física.
- Escolha a classe correta (utilize o manual do INPI, disponível no site deles, se precisar).
- Anexe o logotipo ou descrição, conforme o tipo de marca.
- Pague a Guia de Recolhimento da União (GRU), para validar o processo.
- Guarde o protocolo. Ele é o seu comprovante oficial.
Detalhes fazem diferença. Me perguntam sobre prazos, documentos e sobre erros comuns. Sempre digo que vale reler o formulário antes de enviar, e que reunir CNPJ, contrato social e documentos pessoais agiliza tudo.

O que acontece depois do pedido?
Depois de protocolar, muitos acham que acabou. Não é bem assim. O processo passa por etapas importantes, como publicação na Revista da Propriedade Industrial (RPI) e prazo para possíveis oposições de terceiros.
- O pedido é publicado na RPI.
- Inicia-se o prazo para oposição, quando outros podem contestar.
- Após o prazo, o INPI avalia e decide pela concessão ou exigência de novas informações.
Já acompanhei casos em que a oposição apareceu de surpresa, por isso recomendo monitorar o processo. Plataformas como o Marcas.app trazem notificações automáticas para você não ser pego desprevenido.
Erros comuns no registro de marca (e como evitar)
- Não pesquisar se já existe marca semelhante.
- Escolher a classe errada ou inadequada do INPI.
- Inserir informações divergentes no formulário (nome social, documentos, CNPJ).
- Esquecer de renovar o registro após dez anos.
Atenção aos detalhes reduz riscos e evita retrabalhos que podem atrasar a estratégia do negócio. Vale retomar o estudo das instruções oficiais e acessar conteúdos específicos como este sobre questões jurídicas na proteção de marcas.

Monitoramento do processo, concessão e renovação
Depois de protocolado, não basta esperar. Eu sempre acompanhei os processos de perto, pois em alguns casos o INPI solicita ajustes ou documentos complementares. O Marcas.app foi criado, justamente, para monitorar tudo de forma automática e avisar sobre prazos e decisões. Essa tranquilidade faz enorme diferença, especialmente quando lidamos com vários registros ao mesmo tempo.
Assim que a concessão sai, é preciso pagar uma nova taxa para receber o certificado de registro. A partir daí, a marca já é protegida em todo o território nacional por dez anos. Falando nisso, quase ninguém lembra da renovação, mas o registro precisa ser renovado para não perder a validade. Já vi empresas perderem anos de história por esse descuido.
O marketplace como solução para desafios jurídicos
Não raro, surgem dúvidas técnicas ou questões jurídicas específicas. Em casos assim, recomendo buscar orientação profissional: ao contrário do improviso, orientação evita erros caros. Com experiência, percebi que o marketplace do Marcas.app conecta empresários a advogados e parceiros preparados para solucionar impasses e esclarecer dúvidas complexas.
Recentemente, li no artigo do autor Gilson de Souza sobre como o suporte profissional transforma a trajetória de quem precisa de uma assessoria segura. Recomendo esse tipo de conteúdo para aprofundar.
Quem busca mais exemplos práticos sobre registros e conflitos pode ler materiais que discutem casos reais, como o artigo em post-exemplo-2. Isso mostra que, por trás do processo, há impactos concretos para o negócio.
Conclusão: Trilhando o caminho do sucesso da sua marca
Registrar uma marca em 2026 é uma etapa estratégica. Isso porque oferece tranquilidade, diferenciação e segurança jurídica. Seguindo cada passo, acompanhando o processo e buscando apoio qualificado, o caminho se torna mais simples e transparente. Eu acredito que usar recursos e plataformas que unem tecnologia e informação, como o Marcas.app, pode transformar a jornada do registro e poupar muitos problemas.
O registro é o começo de uma história sólida para sua marca.
Por isso, recomendo conhecer o Marcas.app, experimentar as funções de busca, monitoramento e o marketplace de especialistas quando for registrar ou proteger sua marca. Não deixe sua ideia sem proteção e garanta que seu projeto tenha o reconhecimento que merece!
Perguntas frequentes sobre registro de marca
Como registrar uma marca passo a passo?
O processo envolve escolher e pesquisar o nome desejado, acessar o site do INPI, preencher o pedido, pagar as taxas e acompanhar a análise até a concessão. Após aprovado, basta quitar a taxa final para obter o certificado. Uso sempre este roteiro para não esquecer nenhuma etapa e indico monitorar o processo com auxílio de plataformas que enviem alertas automáticos.
Quanto custa para registrar uma marca?
O custo do registro varia conforme a natureza (pessoa física, MEI, empresa) e a quantidade de classes ou pedidos. Em 2024, as taxas iniciais partem de cerca de R$ 142 para MEI ou pessoas físicas, e podem ser maiores para empresas. Há também taxas de concessão e de renovação após dez anos.
É obrigatório contratar um advogado para registrar?
Não. Você pode registrar uma marca diretamente pelo INPI como pessoa física ou jurídica. O suporte profissional, no entanto, pode ajudar a evitar erros, especialmente quando há questões jurídicas envolvidas ou dúvidas na pesquisa. O Marcas.app facilita encontrar especialistas quando necessário.
Quanto tempo demora o registro de marca?
O tempo médio para o registro de uma marca no INPI pode variar, mas costuma ficar entre 8 meses e 2 anos, dependendo da complexidade, existência de oposições ou exigências. Durante esse período, é fundamental acompanhar o andamento do processo.
O que fazer se minha marca for recusada?
Se o INPI recusar o registro, há possibilidade de apresentar recurso administrativo dentro do prazo estabelecido no despacho. Nesses casos, uma assessoria jurídica pode ser decisiva para apresentar argumentos sólidos e aumentar as chances de reversão da decisão.